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Sabe o que está estampado nas moedas tailandesas? Descubra aqui!

Talvez você já saiba que a moeda utilizada na Tailândia é o Thai Baht. Comparada ao Brasil, com 1 real você compra aproximadamente 10 Baht, sendo que o câmbio varia geralmente ficando entre 8 e 12 Baht. Mas você já procurou saber o que vem estampado nas faces das moedas?

Em um país em que a doutrina religiosa é tão forte, dominada pelo budismo, nada mais justo que homenagear os locais que representam essa cultura, que tangibilizam o espírito de paz aqui da Tailândia e que une os tailandeses: são os Templos.

Cada uma das moedas tailandesas têm um Templo em uma das faces, e todos são temples localizados na cidade de Bangkok.

Na moeda de 1 Baht, que vale quase 1 centavo de Real, vemos o Templo do Buda de Esmeralda. Ele é o Templo mais sagrado da Tailândia, ainda hoje é usado como capela do Rei e é o único onde não residem monges. Fica dentro da Capela Real, ou Wat Phra Kaew, ao lado do Grand Palace, no centro antigo de Bangkok.

Templo do Buda de Esmeralda

Já na de 2 Baht, o Templo estampado é o Golden Mount. Ele fica no Wat Saket e é da Era de Ayutthaya. Subir os degraus do Golden Mount coloca tudo em perspectiva e oferece uma vista linda da Ilha de Rattanakosin. Em novembro, um festival no Wat Saket leva uma procissão com velas até o topo do Golden Mount.  

Golden Mount

O Templo de Mármore fica com os 5 Baht. Ele fica localizado em uma região mais afastada de Bangkok e por isso recebe menos visitas que os outros; porém, por conta da sua estrutura de mármore e vitrais, além de 50 estátuas de Buda no topo, alguns dizem ser um dos templos mais bonitos do país.

Templo de Mármore

 

Por fim, a última e mais alta moeda, a de 10 Baht, o Templo do Amanhecer, ou Templo da Alvorada, conhecido em inglês como "Temple of Dawn". Ele se localiza na beira do principal Rio de Bangkok, o Chao Phraya: ao realizar um passeio de barco pelo rio, a vista do templo todo iluminado à noite é maravilhosa. 

Templo do Amanhecer

Quando vier à Tailândia, não deixe de visitar cada um deles!

*Crédito das imagens: @RatiButr


Zero Baht Shop: conheça uma iniciativa social inspiradora!

Como sempre mostramos para vocês, aqui na Calça Thai prezamos pelo comércio justo, pela justiça nas nossas relações e pela consciência socioambiental. Já contamos sobre lojas online que admiramos, já fizemos parceria com um projeto incrível que fomenta o plantio de árvores no mundo, já até recebemos o selo Site Sustentável, que garante que compensemos toda emissão de gás carbônico do nosso site por meio do plantio de árvores na Mata Atlântica. Diante de tudo isso, sempre ficamos antenados no que tem rolado no mundo em termos de inovação social e responsabilidade ambiental. Durante nossas buscas, encontramos e visitamos um projeto muito bacana localizando em uma região periférica de Bangkok - é a Zero Baht Shop.

Zero Baht Shop

A capital e maior cidade da Tailândia possui mais de 6 milhões de habitantes, quase 10% do total de pessoas que vivem no país asiático. Toda essa gente consumindo produtos e alimentos todos os dias promovem uma quantidade enorme de lixo. Hoje em dia, o lixo é um dos maiores problems que o país enfrenta: muito consumo e pouco descarte realizado corretamente, principalmente do plástico, um dos materiais mais ofensivos ao meio ambiente, já que sua decomposição é extremamente demorada. 

Além disso, com o rápido crescimento econômico do país, o custo de vida tailandês está aumentando a cada ano. Para sobreviver a essa situação, as pessoas usam diferentes estratégias para transformar seu estilo de vida de modo que consigam economizar dinheiro, se adaptar à economia de suficiência, filosofia desenvolvida pelo Rei, e incrementar sua renda. Entretanto, para as classes mais baixas, é difícil lidar com toda a mudança socioeconômica pela qual o país passa. Os que mais sofrem são aqueles nas áreas urbanas mais pobres, como favelas e periferias. Geralmente essas pessoas conseguem suas rendas por atividades rentáveis diárias, ou seja, vender comida nas ruas ou coletando lixo.

Zero Baht Shop

Diante nesse cenário, uma comunidade de Bangkok, localizada no bairro de On-Nut, nos chamou a atenção pelas suas práticas que fazem a diferença na sua situação econômica mais inferior. Essa comunidade se constitui por 20 grupos que se mudaram de diferentes pontes no ano de 2001 por conta de políticas governamentais determinadas por autoridades tailandesas. Tais autoridades prepararam áreas com facilidades básicas, como eletricidade, suprimento de água, ruas pavimentadas e esgoto tratado. Já a parte da construção das casas era papel dos próprios membros da comunidade, que trouxeram materiais e mão de obra para construir suas moradias. 

No início, 155 famílias ocuparam a região. Hoje esse número já supera os 200. Todas essas famílias têm baixa renda mensal e se esforçam diariamente para terem uma melhor qualidade de vida. Tendo em vista essa situação, em 2004, quatro membros representantes da comunidade coletaram fundos e resolveram iniciar um empreendimento que envolveria quase todos os membros e traria uma melhora no seu dia a dia. Foi aí que surgiu a Zero Baht Shop: Baht é a moeda tailandesa, portanto, Zero Baht Shop quer dizer algo semelhante a "loja com zero dinheiro". Mas como assim uma loja que não se usa dinheiro?

A comunidade em On-Nut montou um projeto capaz de dar suporte para bolsas escolares de crianças e adolescentes, assistência médica e despesas para funerais, além de bens de consumo não duráveis básicos, vendidos em um mercadinho. Eles levantam fundos para esses serviços e produtos coletando 1 Baht por dia de cada membro da comunidade - mas isso não é feito por meio do dinheiro, e sim por meio do lixo: o próprio lixo é a moeda de troca.

A lógica é a seguinte: todos os dias, membros da comunidade vão até o estabelecimento da Zero Baht Shop para trazer materiais recicláveis. A loja se responsabiliza por separar esse lixo e fornecer para uma empresa privada de reciclagem. Com o dinheiro da venda do lixo, os responsáveis pela Zero Baht Shop bancam para a comunidade os serviços acima citados, assim como mantém ativo o mercado com produtos básicos. 

Durante as imersões de visitantes externos que vão conhecer o projeto, como nossa equipe realizou, é possível que você converse com as famílias, conheça a loja, receba uma palestra do fundador e mesmo dê uma volta na comunidade para ver como eles recolhem e posteriormente como separam o lixo. Dessa maneira, além de entender a teoria, é possível ter uma experiência prática de como o projeto realmente funciona.

Além de ir ao encontro do problema econômico, a iniciativa também influencia uma questão ambiental e sanitária, amenizando o problema de lixo na região. Outro ponto muito importante é a questão do pertencimento e da confiança em grupo, ou seja, essa iniciativa funciona como um elo de ligação entre membros da comunidade, oferecendo um lugar seguro, saudável e amigável para que essas famílias se desenvolvam e prosperem.

Zero Baht Shop

Hoje eles recebem visitas de pessoas de diversas áreas da Tailândia e mesmo de outras partes do mundo, visando replicar a iniciativa em outras regiões. O resultado visível faz com que os membros acreditem que seus esforços tragam um impacto positivo na sociedade, além de motivá-los a irem sempre além. E claro, servem de inspiração para nós da Calça Thai e para todos que de alguma maneira conhecem esse projeto. 


A vida incrível (e cheia de mistérios) do rei da seda na Tailândia

Jim Thompson. Para os tailandeses, esse nome soa bastante familiar. Para os apaixonados por moda, tecidos e seda, também. Se você nunca escutou, está na hora de conhecê-lo.

Ele nasceu no começo do século passado, 1906, nos Estados Unidos. E até hoje o que aconteceu com ele depois de 1967 é um mistério. Nessa época, ele era um dos americanos mais famosos vivendo na Tailândia – e a gente vai explicar o porquê.

Foto Jim Thompson

Jim Thompson foi um dos principais responsáveis por revitalizar a indústria da seda na Tailândia, nos anos 50. Foi o primeiro ocidental, ou na Tailândia seria chamado de “farang” (gringos ocidentais), que realmente apreciou os tecidos tailandeses e fez com que eles se tornassem famosos pelo mundo todo. Um fato curioso é que ele morou na Tailândia durante décadas e nunca aprendeu a falar tailandês. Mesmo assim, depois de se tornar um reconhecido especialista em arte tailandesa, conseguiu salvar a indústria dos tecidos do país.

Mas muitos outros fatos curiosos, e misteriosos, cercam a vida de Jim Thompson. Ele era ex-agente da OSS (Office of Strategic Services), o antigo nome da CIA (Central Intelligence Agency), e lutou pelos Estados Unidos em diversas partes do globo. Em março de 1967, durante uma trilha curta pelas selvas da Malásia, ele desapareceu. O fato bastante contraditório é que, durante seu tempo no exército, ele realizou treinamentos intensos em trilhas pela selva, o que torna seu sumiço ainda mais curioso.

Depois do seu desaparecimento, aconteceu uma das maiores buscas já realizadas no sudeste asiático, e mesmo assim ele nunca mais foi visto. As teorias são diversas: sequestro – embora nenhum contato para resgate jamais apareceu; assassinato – embora o corpo nunca foi encontrado; trabalho secreto, tendo se voluntariado para auxiliar o conflito no Vietnã, ou eliminado por concorrentes – embora nenhum evidência foi apresentada para ambas as teorias. Para completar o caso, sua irmã foi assassinada poucos meses após seu desaparecimento e ninguém sabe a razão.

Jim Thompson 1950

Jim Thompson 1950
 

Sua empresa sofreu diversas alterações no modelo de negócios e operações depois de não se ter notícias dele por algum tempo – a partir daí, criaram grandes fábricas para produzir os tecidos. Mas antes disso, Jim Thompson mantinha a produção baseada nas casa das famílias produtoras. Dessa maneira, as mães não precisavam sair de casa para trabalhar, podiam manter suas tradições e suas principais fontes de renda se tornaram a produção dos tecidos. Com essa estratégia, milhares de tailandeses foram empoderados e saíram da pobreza.

Se a história não teve mistério o suficiente, temos uma última curiosidade para compartilhar: reza a lenda que um monge budista uma vez disse que ele deveria tomar cuidado quando atingisse os 61 anos, e foi exatamente quando ele desapareceu.

Quando estiver em Bangkok, é possível visitar a casa do Jim Thompson, que agora é um museu. Ela conta com um belo jardim e diversos objetos de diferentes partes da Tailândia, as quais ele colecionou nos anos 50 e 60.


A exuberante beleza da Tailândia no resort Soneva Kiri

15 Junho 2015
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Escrito por Calça Thai

Aqui na Calça Thai fazemos calças mas também somos amantes da Tailândia e da cultura tailandesa.

A exuberante beleza da Tailândia no resort Soneva Kiri

Imagine um lugar com toda a estrutura dos resorts mais luxuosos do mundo, localizado numa ilha paradisíaca e extremamente preservada em que só se chega de avião particular. Agora imagine que esse lugar fica no Golfo da Tailândia, um dos lugares mais bonitos do mundo, conhecido por praias que unem a diversidade da floresta tropical com águas rasas, mornas e transparentes. Pode parecer um sonho, mas esse lugar existe e se chama Soneva Kiri.

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Wat Pa Maha Chedi Kaew, o templo de um milhão de garrafas

01 Junho 2015
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Escrito por Calça Thai

Aqui na Calça Thai fazemos calças mas também somos amantes da Tailândia e da cultura tailandesa.

Wat Pa Maha Chedi Kaew, o templo de um milhão de garrafas

Definitivamente a Tailândia é um lugar surpreendente. Além de sua cultura e suas belezas naturais, ideias inovadoras tiradas das coisas mais simples tornam esse país uma fonte ainda maior de inspiração.

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Qual é a roupa tradicional tailandesa?

10 Abril 2015
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Escrito por Calça Thai

Aqui na Calça Thai fazemos calças mas também somos amantes da Tailândia e da cultura tailandesa.

Qual é a roupa tradicional tailandesa?

Alguns de nossos clientes nos perguntam se as calças harém tailandesas são realmente usadas na Tailândia. Alguns nos perguntam se elas não são mais Indianas do que tailandesas e outros nos perguntam se estes são os tipos de roupa tradicionais para mulheres tailandesas. 

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